Planejamento Rodilson Silva

O Supply Chain como Vantagem Competitiva

Se a gestão da cadeia de suprimentos (Supply Chain) se tornou a nova crença da alta gerência, então ela precisa ser seguida como uma doutrina. Existem “Sete Princípios” da gestão que me baseio e que quando seguido de forma consistente e abrangente, estes sete princípios podem trazer uma série de vantagens competitivas.




Existem inúmeras tendências quando falamos em Supply Chain, e o problema com as tendências é que eles são como um trem de carga ganhando velocidade; Todos podem ver o trem, mas em que ponto você diz que o trem está realmente se movendo em velocidade? Com isso em mente, existem alguns princípios a serem seguindo, no qual estou eu estou prestando atenção como pontos de inflexão.

Os “Sete Princípios” da gestão da cadeia de suprimentos (Supply Chain) são os seguintes:

1 – Segmento de Clientes baseado em necessidades.

As empresas tradicionalmente agrupam os clientes por indústria, produto ou canal de comércio e, em seguida, oferecem o mesmo nível de serviço a todos dentro desse segmento. A gestão eficaz da cadeia de suprimentos, por outro lado, agrupa os clientes por necessidades de serviço distintas – independentemente da indústria – e então adapta os serviços para os segmentos particulares.

2 – Personalize a rede de Supply Chain Management.

Ao projetar sua rede de Supply Chain, as empresas precisam se concentrar intensamente sobre as exigências do serviço e rentabilidade dos segmentos dos clientes identificados. A abordagem convencional de criar um “monolítico” na rede de Supply é contrária a bem-sucedida cadeia de suprimentos.

3 – Ouça os sinais de demanda do mercado e se planeje nesse sentido.

Planejamento de vendas e operações (S&OP) deve abranger toda a cadeia para detectar sinais de alerta precoce na evolução da procura e nos padrões dos pedidos dos clientes, promoções, e assim por diante. Essa abordagem intensiva leva a previsões mais consistentes e alocação de recursos mais apropriadas.

4 – Diferenciar o produto mais perto do cliente.

As empresas hoje não podem se dar ao luxo de estocar em excesso para compensar possíveis erros de previsão. Em vez disso, elas precisam focar na diferenciação do produto no processo de fabricação deixando mais perto da demanda real do consumidor.

5 – Gerir estrategicamente as fontes de abastecimento.

Ao trabalhar em estreita colaboração com seus principais fornecedores para reduzir os custos globais de possuir materiais e serviços, os líderes da cadeia focam no aumento das margens tanto para si quanto para seus fornecedores lidando com vários fornecedores no intuito de conseguir o menor preço, Andersen aconselha. “Ganho compartilhado” é isso.

6 – Desenvolver uma estratégia de tecnologia de abastecimento em toda a cadeia.

Como um dos pilares do sucesso no gerenciamento da cadeia de suprimentos, tecnologia da informação tem de suportar vários níveis de tomada de decisão. Ela também deve nos dar uma visão clara do fluxo de produtos, serviços e informações.

7 – Adotar medidas de desempenho e abrangência do canal.

Excelentes sistemas de medição da cadeia de suprimentos fazem mais do que apenas monitorar funções internas. Elas adotam medidas que se aplicam a todos os elos da cadeia. É importante ressaltar que estes sistemas de medição englobam tantos serviços financeiros quanto as métricas, com objetivo de garantir uma verdadeira lucratividade em cada conta.

Os princípios não são fáceis de implementar, as organizações que perseveram em construir uma cadeia de suprimentos bem sucedida provaram de maneira convincente que você pode agradar os clientes e aproveitar o crescimento em fazê-lo.

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Sobre o autor | Website

Rodilson Empreendedor Digital, Autor, Colunista, investidor e fundador do Site Guia Corporativo.